Comentários
Caro Luiz Paschoal, saudações fraternas, Sou um jovem recifense de 36 anos, estudante do curso tecnólogo de Gestão de Recursos Humanos na Faculdade Mercado Amplo aqui em Recife. Adquiri recentemente o livro Gestão de Pessoas e gostaria de parabenizá-lo pela riqueza de conteúdo e simplicidade na linguagem. Tenho lido todos os dias algum trecho do livro e tem sido muito importante na minha formação de gestor de RH. Grande abraço e muita paz! Gustavo Torres Mais Comentários
|
 Uma matéria publicada em número recente do fascículo “Estudo Exame” faz referência a um tema que, segundo a revista, monopolizou atenções no Fórum Econômico Mundial de Davos, Suíça: como injetar criatividade nas empresas de modo a torná-las mais inovadoras. De acordo com a reportagem, esse é o nó crítico que determina as marcas que terão chance de um futuro próspero no mundo dos negócios.
A prática dos programas de Melhoria e Produtividade já está bastante disseminada e casos de sucesso são muitos. O da Volkswagen contabilizou ganhos de 7 milhões de reais em menos de dois anos, além de contribuir para melhorias ambientais. A Cia. Suzano de Papel e Celulose estima um retorno de 28 reais para cada real investido nesses programas.
Desde os anos 60 os programas de incentivo às idéias dos colaboradores têm sido almejados pelas empresas de ponta. Uma ferramenta que durou tanto tempo e sobreviveu a tantas transformações só pode ser boa. Afinal, o conhecimento adquirido na observação diária do trabalho faz do colaborador a pessoa mais habilitada para avaliar os pontos críticos que comprometem a qualidade e a produtividade e, portanto, apta a propor melhorias. Além de render resultados muito significativos para a empresa, os programas de estímulos à geração de idéias ainda elevam a motivação dos colaboradores, graças ao aproveitamento dos seus talentos e os tornam mais comprometidos com o sucesso do negócio.
|
|